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Preceitos para ter um casamento abençoado!

 Existem 2 ALIANÇAS

  • Uma com Deus que é eterna. MT 26:28 / Mc 14:24 / Lc 22:20
  • Outra é o casamento estabelecido até que a morte separe. Mt 19:5-6 / 1 Cor 7:8

Quando se divorcia está se invocando a morte.

Em uma reportagem de David Cameron, se discutia a situação de filhos de pais separados. Existe uma geração subproduto de alianças quebradas, estatísticas apontam que essas crianças ao crescerem geralmente se envolvem com criminalidade ou drogas. E ficando o governo responsável por reeducar esses jovens; sendo assim discuti-se a criação de novos impostos para casais separados uma vez que seus filhos estão custando mais caro para o governo.

Em Mateus 7:24-27 diz

“Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;
E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.
E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia;
E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.”

  • Engenharia Divina.

O Casamento possui 1 Alicerce para ser construído sem se desabar esses alicerce é Deus.

Dentro deste alicerce podemos destacar 4 esferas de autoridade, que são:

1.      Benção dos Pais

“Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” Gênesis 2:24-25

A benção dos pais é a espinha dorsal do casamento.

“Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa;
Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.”
Efésios 6:2-3

A intenção do casamento deve ter a submissão dos pais. Os pais têm a habilidade de discernir o que é bom para seu filho, isso independe do credo ou religião ao quais seus pais praticam.

Muitas vezes vemos um pai ou mãe que não se agradou da escolha do seu filho para cônjuge. Nessa situação o filho deve orar a Deus para que a Vontade Dele seja feita e não somente a sua vontade de estar casada com “aquela” pessoa. Não confiem em seu coração somente. (Jr 17)

Cito aqui um episódio em que uma moça vinda do sul do Brasil para o sudeste a trabalho e estudo, trabalhando na obra de Deus conheceu um rapaz e acabaram se apaixonando. Essa moça foi até seus pais para lhes pedir a benção para o namoro, noivado e futuro casamento. Seus pais apesar de serem cristãos tinham preconceito com pessoas de outra raça e era justamente a condição do rapaz escolhido pela moça. O que ela fez? Atendeu aos pais e terminou o namoro. Respeitando a vontade dos pais, ela orou a Deus, foi ao altar e entregou a Deus aquela situação. O que aconteceu depois foi que os pais dela entraram em contato com o rapaz lhe pedindo perdão e abençoaram a união deles.

Ela fez o certo.

O caminho do altar é quando sacrificamos aquilo que desejamos, mas é assim que experimentamos a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Para ter o melhor de Deus precisamos passar pelo Altar.

Outro exemplo que citou foi de um casal vindo de outro estado. As vésperas de completarem 25 anos de casamento, sendo visto como exemplo de união ao planejarem um culto em comemoração a data encontraram como pastor local e pediram para que ele desse uma palavra durante a cerimônia. Foi durante esse pedido o pastor conversando como marido soube que eles fugiram da cidade onde moravam para se casar fora, pois a família era contra a união deles. Encontraram um pastor que fizesse o casamento e quando a família ficou sabendo já disse que não ia durar e tal. Bom o casamento durou, porém eram totalmente frustrados nas questões ministeriais, não conseguiam ficar em nenhuma igreja, não firmaram nada na obra de Deus, viviam mudando de cidades e estados. Até que foi feito o culto em agradecimento aos 25 anos de  união e durante a benção o casal chamou seus pais e pediram perdão por terem fugido para se casar. Houve o perdão e o ministério que Deus preparou para eles hoje dá frutos.

2.      Benção Sacerdotal

Os pastores conhecem as histórias de vida dos membros da sua igreja. Consulte seu pastor quando for tomada a decisão de namoro e casamento.

Ele pode te alertar se é esse mesmo o caminho a seguir. Os pastores têm um discernimento, pois assim como os pais querem o melhor para a ovelha.

“Lembrem-se dos seus líderes, que lhes falaram a palavra de Deus. Observem bem o resultado da vida que tiveram e imitem a sua fé.” Hebreus 13:7

Ele é capaz de analisar as 4 áreas de tratamento dessa decisão de se casar.

A – Analise do Deus do seu cônjuge: Tanto o noivo como a noiva devem seguir o mesmo caminho Teológico. Somos filhos de Deus quando nascemos de novo, se seu cônjuge não nasceu de novo ele não é filho de Deus. Se não é filho de Deus é filho de Satanás. Você quer ter Satanás como sogro?

Todos são filhos de Deus? Não

“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;” João 1:12

“Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” João 3:3

“Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo. Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus” 1 João 3:8-10 (Rm 6:11)

B – Quando casamos com alguém também casamos como caráter dessa pessoa. Essa história de que “depois de casar muda” é balela. O Caráter só muda com o Espirito Santo, deve ser cheio so Espirito Santo (Ef 5). Oração, Não ser só ouvinte da Palavra mas Praticante. (Tg1:22)

C – Quando casamos estamos nos casando com a Missão do cônjuge. Converse a respeito do chamado de Deus para suas vidas. Submissão a Cristo, submissão ao marido (1 Cor 11:3)

D – Quando casamos também casamos com a família do cônjuge. Vocês terão que conviver e respeitar os pais um do outro. Podemos até escolher o cônjuge, mas a família vem junto. Não se ignora a autoridade dos pais depois que se casa. O mandamento é claro, honrar pai e mãe e esse mandamento não se anula quando deixamos o pais para casar.

3.       Benção Judicial

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas.
Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos.”
Romanos 13:1-2

Devemos prestar contas a sociedade; devemos andar segundo as leis vigentes. Pela lei um casal que vive junto é amasiado e não casado, são vistos como união estável.

Devemos fechar essa brecha uma vez eu os filhos tendem a repetir a história dos pais.

4.      Pureza Sexual x Corrupção Sexual

Devemos ter uma vida purificada, um leito sem mácula.

“Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará.” Hebreus 13:4

Leito sem mácula é leito sem mancha, sem contaminação, sem infâmia, sexo sem imundícia, é sexo sem prostituição, adultério, fornicação, sodomia, etc.

Deus criou uma anatomia perfeita. No ato sexual há compartilhamento de sangue, é onde o ser humano se torna fisicamente uma só carne.

O sangue tem o poder de ligar o mundo físico e o espiritual. Muitos sacrifícios para demônios são feitos com sangue. Jesus derramou todo o sangue Dele para nós salvar. É poder conferido ao derramamento de sangue.

5.      Outras dicas.

– Quando temos um casamento baseado nesses preceitos não deixamos brechas para satanás atuar em nossas vidas.

– “A paixão acaba se transformando em aversão.” Quando feito sem as bênçãos, na FORÇA!

– “Antes de se casar abra bem seus olhos, pois depois eles terão que se fechar para muita coisa.”

– Muitos demônios se alimentam do silêncio. Tenham uma conversa franca onde irão confessar seus pecados um para o outro, contar sua história por completo. Pecado e culpa sai pela boca.

“Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” Tiago 5:16

– Uma coisa muito importante:

O OUTRO TEM O DIREITO DE NÃO QUERER SE CASAR COM VOCÊ!

VAMOS VIGIAR!

– Como pedir um príncipe se você não é nenhuma princesa? Ou vice-versa.

1 Timoteo 2:9 fala para as mulheres serem reconhecidas como mulheres dedicadas a Deus pelas suas ações.

– Vigiem suas roupas, pois na bíblia fala para não praticarmos coisas que façam os outros pecarem. (Rm 14:20-21)

– Não se deixem dominar pela natureza humana. (Gl 5)

– Acabem com o passado, rompendo de uma vez por toadas com os antigos relacionamentos amorosos. Parem de querer saber da vida das pessoas que passaram por você. A não ser que queiram ou tenha alguma retratação, como por exemplo, pedir perdão e trazer com o tempo essa pessoa para Cristo.

Afinal nasceram de novo, as coisas velhas já se foram eis que tudo se fez novo.

– Não finjam ser algo que não são, isso é mentir, essa máscara não vai durar para sempre!

– Busquem o Reino de Deus e sua justiça e as demais coisas lhe serão acrescentadas. Mt 6:33

– Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus e praticam seus ensinamentos. Rm 8:28

Mas mesmo que não esteja procurando alguém para se relacionar pense nos preceitos bíblicos que estamos falando aqui eles valem para qualquer área da sua vida. Temos que viver de acordo com esses preceitos por amor e temor a Deus.

Temos que respeitar e honrar nossos pais, nos submeter as autoridades, ser puro, ter o caráter moldado por Cristo, atender nosso chamado, não ser movido pelas paixões do mundo!

 Jesus abençoe a Todos!

Pregação Pr Marcos Coty – Data: 12/11/2011 – Culto Mocidade

Com algumas modificações de Luana Alves Souza. 001/12/2011

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Dicas para manter um casamento com amor e prosperidade

Dicas.

Dicas para manter um casamento com amor e prosperidade

Cerca de 2 mil brasileiros se casam todo dia. A partir do momento em que ingressa na vida a dois, cada uma dessas pessoas começa a fazer uma ousada experiência, e não só emocional. Um casamento pode facilitar ou dificultar a realização de qualquer desejo ou projeto pessoal. Alguns casais deslancham: atuam em dupla, somam as inteligências e tomam decisões melhores à base de muita conversa e respeito intelectual mútuo. Outros casais se tornam menos que a soma das duas partes: afundam em impasses, sabotagem mútua e, eventualmente, separações destrutivas.

O poder do casamento, tanto para multiplicar quanto para destruir riqueza, foi medido em 2005 por um estudo da Universidade Ohio, nos Estados Unidos, que acompanhou 9 mil pessoas durante 15 anos. Tratando-se de prosperidade média, a análise mostrou três grupos bem definidos: no meio, os que permaneceram solteiros, que enriqueceram de forma lenta e regular. Num extremo ruim, os que casaram, tiveram uma má experiência e se separaram. Eles perderam, em média, 77% do patrimônio, ao longo de um período de anos antes e depois da separação. No outro extremo, os que casaram e permaneceram casados – eles acumularam, na média, 93% mais riqueza que os solteiros. O estudo não explicou se os casamentos bons e duradouros tornam as pessoas mais prósperas. Ou vice-versa: se a prosperidade faz o amor durar. ÉPOCA consultou especialistas, pesquisadores e casais para saber como fazer seu casamento durar e prosperar.

1. Conversar sobre projetos e dinheiro não mata o romance

Dinheiro é apenas um meio para realizar fins, mas casais têm dificuldade para tratar do tema. As jornalistas de economia americanas Paula Szchuman e Jenny Anderson, para escrever o livro Spousonomics (sobre a aplicação de princípios econômicos aos relacionamentos), ouviram casais de várias regiões dos Estados Unidos. Eles também encontraram evidências de dificuldade de comunicação: 42% dos casados disseram já ter escondido informações financeiras importantes do parceiro. Entre os motivos alegados estão a vergonha e o medo de provocar uma discussão.

Se quiser evitar esse tipo de zona proibida nas conversas em seu casamento, não é bom policiar os gastos do outro – um erro comum e gerador de conflitos, principalmente entre casais jovens, segundo o psiquiatra Luiz Cuschnir, chefe do grupo de estudos de gênero do Hospital das Clínicas de São Paulo. Um jeito mais produtivo de os dois se acostumarem com esse tipo de conversa é partir dos temas mais simples, como os gastos fixos da casa, para depois chegar aos mais complexos, como investimentos e projetos de longo prazo.

Um estudo feito pela Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, avaliou a qualidade dos relacionamentos, mas no aspecto financeiro, entrevistando 1.734 casais. Em vez de avaliar a situação dos casais, a pesquisa limitou-se a perguntar quão importante eles consideram o dinheiro. Quem respondeu que o dinheiro era muito importante também foi mal em uma série de indicadores de felicidade conjugal. Os pesquisadores concluíram que os casais “dinheiristas” têm pior relacionamento. Outra conclusão possível é que os casais que dão muita importância ao dinheiro são justamente os mais quebrados, e também os mais infelizes.

2. Comece a aprender logo no namoro

Os sinais emitidos pelo parceiro durante o namoro sobre como ele lida com dinheiro podem ter parecido pouco importantes, entre todos aqueles beijos, mas estavam lá. Quando o assunto é organização financeira, o outro também formou um jeito de ser ainda na infância. É difícil para os apaixonados em começo de relacionamento tratar de hábitos de consumo e investimento. Num relacionamento saudável, esse tipo de conversa deve se tornar progressivamente mais fácil. A psicóloga Cleide Guimarães recomenda que o enamorado se faça algumas perguntas, se estiver disposto a avançar no relacionamento. Algo relacionado a dinheiro me incomoda na família do outro? O namorado (ou namorada) se comporta como a família? O que gostaria de mudar nela ou nele? Aceitaria mudar por ela (ou ele)? Respostas francas ajudam a definir o rumo, os termos e as expectativas do casamento.

3. Crie espaços: o seu, o meu e o nosso

Somar os ganhos individuais e decidir em comum acordo como usar o dinheiro. Esse é o modelo preferido de administração doméstica para 61% dos casais britânicos participantes de um estudo da psicóloga Stefanie Sonnenberg, da Universidade de Portsmouth. Para 18% dos casais, é preferível contribuir com quantias iguais para as despesas comuns e manter relativa independência. Stefanie não defende um modelo.

Outros especialistas recomendam a criação de três espaços para o dinheiro: um comum e um para cada cônjuge. O bolo comum serve para pagar contas da casa, juntar dinheiro para projetos de ambos e fazer tipos de investimentos que não estariam ao alcance dos dois separadamente. As contas separadas servem para bancar pequenas compras individuais, emergências futuras e ao menos parte da aposentadoria de cada um. A organização dá trabalho, mas vale a pena. Ninguém pode abrir mão da segurança individual (não é razoável viver na suposição de que o casamento vai durar para sempre) e renunciar totalmente à independência financeira pode ser muito frustrante.

Planejamento (Foto: Rodrigo Schmidt/ÉPOCA, ilustração Samuel Rodrigues e agradecimentos  Alfaiataria Persona, V.R., MOB e Capodarte)

4. Em vez de tentar mudar o outro, faça acordos

É muito difícil (não impossível) mudar a maneira de uma pessoa lidar com o dinheiro. Essa parte da personalidade parece ser formada na infância. Por isso, tentar transformar radicalmente o parceiro gastador ou sovina pode trazer mais brigas que resultados. Em vez disso, experimente fazer acordos. Com a devida dose de conversa, o casal pode chegar a combinações satisfatórias específicas para gastos, organização e investimentos. O consultor financeiro Gustavo Cerbasi, autor de Casais inteligentes enriquecem juntos e colunista de ÉPOCA, diz que ter sonhos comuns facilita o respeito aos compromissos financeiros combinados a dois.

5. Envolva os filhos desde cedo – e dê o exemplo

Os parceiros precisam decidir como vão educar as crianças nesse assunto – e devem estar cientes de que filhos sem educação financeira ou que recebem dos pais mensagens muito desencontradas tendem a criar mais problemas para o casal no futuro. Trata-se de um belo desafio, pois a própria chegada dos filhos tende a dificultar o equilíbrio do orçamento.

6. Ajuste o “contrato” ao longo dos anos

O que valia quando os dois tinham 30 anos pode não ter mais sentido quando chegarem aos 40. Há mudança de renda, novas necessidades, novos rumos dos projetos antigos e também novos projetos. O casal deve checar o que continua válido no acordo e pensar se precisa mudar seus hábitos. “Refazer o contrato fortalece o lado emocional, renova os laços do casamento e demonstra que a confiança mútua está fortalecida”, diz a psicóloga Cleide Guimarães.

Família (Foto: Rodrigo Schmidt/ÉPOCA, ilustração Samuel Rodrigues e agradecimentos  Alfaiataria Persona, V.R., MOB e Capodarte)

7. Tenha sonhos de curto, médio e longo prazo

Os projetos ambiciosos dão muita satisfação a quem chega lá, mas pode ser frustrante perseguir apenas objetivos distantes. “A vida financeira dos dois não pode se basear só no sacrifício do presente em nome do futuro”, afirma o psiquiatra Luiz Cuschnir. O casal tende a ser mais feliz se valorizar pequenas viagens e melhorias na casa, enquanto segue para os voos mais longos, como comprar a casa dos sonhos ou morar um período no exterior. “Ao realizar os objetivos mais simples, os dois se sentirão animados a perseguir as metas maiores”, afirma Cerbasi.

8. Seus “ex” têm muito a ensinar

Pensar nos relacionamentos que terminaram pode ser doloroso, mas é útil. Aprenda com os erros do passado. A psicóloga americana Deborah Price, autora do livro Terapia da riqueza, diz que as pessoas evitam pensar a respeito porque o custo financeiro e emocional das separações é devastador. Mas esse processo doloroso costuma ensinar muito sobre o que não fazer. Um novo relacionamento deve admitir um novo sistema de gestão do dinheiro, novos compromissos, novas formas de conversar. E, a melhor parte, uma total reciclagem dos sonhos a realizar.

Como o casal cuida do dinheiro (Foto: Fontes: Universidades de Portsmouth e Exeter, Reino Unido)

Fonte: Revista Época

Li essa matéria e achei super interessante, mas dificilmente um relacionamento sem Deus é duradouro ou satisfatório para ambas partes.
Digo isso por experiência própria.
Poderia ter muito dinheiro, felizes por momentos em viagens etc… mas sem Deus é impossível ter um relacionamento a dois feliz, passei por isso e somente com Deus podemos sentir o amor de Deus nos dando mais amor ao próximo, carinho, respeito e todas as outras coisas vão sendo acrescentadas.
Um ministério trabalhando para Deus sem a ajuda da esposa ou vice e versa fica inviável e conflitante, todas as dicas são muito sábias e aplicaveis mas sem Deus é impossível.

Matemática de Deus 2=1.

Paz de Deus seja abundante em sua vida.

Alexandre Gomes Reis